Valmir Oliveira

    Valmir Oliveira

    Nova Iguaçu (RJ)
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    Valmir Oliveira
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    Comentário · há 12 anos
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    Valmir Oliveira
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    Comentário · há 12 anos
    Nossa! Ler uma entrevista do Bolsonaro é um teste p/ o "estomago", um parlamentar que desconhece o ideal e o fim da própria legenda partidária. Além de ser muito fraco em suas argumentações c/ bases teóricas e práticas bem deficientes. Pois, bem concordo que a a imagem é extremamente tendenciosa (deusa da justiça c/ bandeira gay X Cristianismo), contudo ela só serve p/ desviar o eixo da discussão, resumindo todo um processo complexo em mero debate baseado em valores de cunho religioso. Isso só reforça o que vejo na prática, um país "laico" que não abandona seus "valores cristãos" enraizados a partir da Conquista Portuguesa em 1500. Atualmente em chamas no Brasil, não pelo crescimento justo da vertente protestante denomina evangélica, mais sim pela associação perigosa de religião e política. Que de fato ao longo da história gerou sempre parcialidade ao enxergar o "outro", o "diferente". Ao dessacralizar a política e dar as bases p/ inaugura-la como ciência, Maquiavel parecia ter resolvido problema, porém em alguns lugares essa mensagem de separação da política do religioso não surtiu efeito, aliás alguns Estados mundo a fora ainda são puramente religião... O Bolsonaro c/ seus valores elitistas de direita c/ formação de base católica crítica a partir dos seus valores os Gays, o Marcos Feliciano também a partir dos seus valores define sua posição, entre outros que a partir de suas próprias interpretações (seja da bíblia, seja do alcorão, ou de bases vazias), são parciais. Até o Jean Wyllys que é um parlamentar extremamente preparado, sendo Gay, deixa a imparcialidade as vezes de fora do debate p/ ser parcial, por interpretar de sua própria realidade a questão. O que quero demonstrar é que é extremamente difícil ser imparcial quando a questão envolve valores "morais" e tradicionais constantes em nossa cultura. Menino usa azul, menina sua rosa, menino brinca de carrinho e menina de boneca. Nesse caso é necessário na minha opinião pensar um pouco como o velho Rousseau e "abrir mão do individual e pensar no coletivo", considerados todos como Seres Humanos e brasileiros e iguais juridicamente. Porém a escalada da violência incentivada por "Bolsonaros", pede uma medida protetiva e um caráter punitivo maior.
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